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Ele é mineiro
O primeiro tablet nacional entra em linha de produção nos próximos dias, em Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Batizado de i-MXT, e produzido pela Maxtrack, empresa de desenvolvimento de computadores com foco no setor automotivo, o “iPad mineiro” tem produção modular, o que garante que possa ser desenvolvido para aplicações diversas, embora o foco inicial seja corporativo. Com os altos impostos de importação sobre eletrônicos, a produção nacional de equipamentos de ponta poderia ser solução para se obter esses produtos a preços menos proibitivos.
No entanto, o objetivo do i-Mxt, por enquanto não é esse, como explica o diretorexecutivo Etiene Guerra: “Não pretendemos concorrer com os grandes varejistas, como HP e Apple, que produzem milhões de unidades, estrutura que não suportaríamos”. Por isso, desde cedo, o desenvolvimento do tablet foi focado em aplicações de campo – para pesquisas, polícia; é um tablet para trabalho, na rua, feito sob encomenda. Cada unidade do i-MXT tem valor aproximado de R$ 1,6 mil.
O governo federal já sinalizou intenções de promover programa similar ao “Um computador por criança”, focando no desenvolvimento de tablets nacionais para inclusão digital. Os executivos da Maxtrack cresceram o olho na proposta. “Como nossa montagem é modular, podemos simplificar o tablet e colocá-lo a preços realmente competitivos para uma licitação desse tipo, por exemplo.”
De acordo com a empresa, foram investidos quase R$ 4 milhões no desenvolvimento do produto. “Todos os componentes são importados e montamos o tablet inteiro aqui”, conta Guerra. As dificuldades de importação são as de praxe. Para que o preço do tablet se reduza, ele garante, basta rearranjar os módulos e funcionalidades.
O i-MXT funciona com o universal sistema operacional da Google, o Android 2.2, o mesmo utilizado por aparelhos desenvolvidos por multinacionais, como Dell, HP e Samsung. O equipamento tem conectividade e interatividade completas – do wi-fi à ethernet. É robusto e aguenta trancos veiculares, como surto de tensão e vibração, embora seja leve – pesa 650 gramas.
A configuração do aparelho pode ser completa. Ele tem touchscreen de sete polegas, três entradas USB, duas câmeras – frontal e traseira – e saída HDMI. A novidade que sacode os outros tablets é memória RAM e memória flash de 512 MB. Perto disso, a “memória” de aparelhos anunciados por grandes nomes como Samsung e LG se torna uma “vaga lembrança”.
Algumas características do i-MXT, como o GPS de alta sensibilidade, permitem que o equipamento seja usado também como um navegador veicular. A multifuncionalidade é outro dos pontos bacanas. É possível conectar grande variedade de dispositivos nas portas USB, como impressora, leitor de código de barras, bafômetro etc. Enquanto estiver conectado ao veículo, o GPS, entradas e saídas digitais, acelerômetro, interface de fios, RS-485 e RS-232 acompanham o que ocorre com o veículo, sem a necessidade do Android rodando.
A expectativa é que o i-MXT seja exportado inicialmente para 12 países, por meio de um acordo com um trader europeu. O produto começa a ser comercializado em massa no mês que vem. Já foi fechado contrato com a Polícia Militar do Estado de São Paulo, que adquiriu 11 mil equipamentos. O projeto está em fase de implementação.
Frederico Bottrel.
Fonte: Jornal Estado de Minas
Maxtrack lança tablet 100% nacional
Com planta no porto-seco Granbel, em Betim, empresa investiu R$ 4 mi no desenvolvimento do i-MXT.
A Maxtrack e a MXT Industrial, empresas mineiras controladas pelo grupo MXT Holding, que desenvolve e fabrica rastreadores, com planta no porto-seco Granbel, administrado pela Usifast, localizado em Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), vai lançar em janeiro o i-MXT, um computador portátil (tablet) 100% nacional voltado para o mercado corporativo. Com sistema operacional Android do Google, o equipamento permitirá ampla conectividade e interatividade, além do controle da operação entre clientes e/ou empresas. Foram investidos quase R$ 4 milhões no desenvolvimento do produto.
"O i-MXT é uma espécie de netbook, com tela touchscreen semelhante a um Ipad da Apple, com conectores externos para serem ‘plugados’ a diversos aparelhos, e que se relaciona com vários dispositivos via bluetooth ou wi-fi, e até sinais infravermelhos. Há, também, a possibilidade de armazenamento do sistema operacional, aplicativos e dados no cartão de memória, simplificando a substituição de dispositivos. Além do mercado automotivo, o produto também é voltado para os segmentos de educação, saúde, automação industrial, dentre outros. Multifuncionalidade é o conceito que melhor define o nosso produto que, de longe, será o tablet mais completo do mercado", explicou o diretor-executivo da MXT Holding, Etiene Guerra.
A expectativa é que o i-MXT seja comercializado a partir da primeira quinzena de janeiro, com lote inicial de 10 mil unidades. "No próximo ano, em uma estimativa até conservadora, podemos dizer que vamos vender de 250 mil a 300 mil equipamentos. Existe um grande empenho para a modernização e implantação de tecnologia para a copa de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016 e, de olho nesse filão, o grupo espera atender grande parte dessa demanda, incluindo turismo e hotelaria."
Exportação - Após a consolidação do produto no mercado brasileiro, o i-MXT será exportado para 12 países através de uma empresa europeia. Sem revelar nomes, o executivo informou que, no Brasil, o dispositivo já tem negociação fechada com grandes empresas de diferentes setores. "Estamos tendo sucesso em feiras e encontros internacionais. Depositamos nossas expectativas de crescimento neste produto", observou.
Vale lembrar que a interface com o usuário é feita através de uma tela LCD touchscreen de sete polegadas. O i-MXT oferece diversidade e detalhamento das operações de localização, monitoramento, planejamento de rotas e navegação. O equipamento possibilita, por meio de seu navegador, a integração entre o planejamento e a operação de campo, considerando roteamento e condições de tráfego em tempo real.
Em função do crescimento no volume de encomendas, no intervalo de um ano o grupo MXT ampliou em 400% a produção. Em 2009, a empresa investiu R$ 1,2 milhão na construção de uma nova linha de fabricação dentro da aduana da Granbel, em Betim - atual sede. Em agosto, após a conclusão dos aportes, a capacidade instalada passou para 6 milhões de equipamentos/ano.
Conforme informou Guerra, os investimentos visam suprir a demanda pelos produtos. De acordo com o diretor, o volume de vendas aumentou cerca de 60% no primeiro semestre na comparação com o mesmo período do ano anterior. "Na segunda metade do ano, esperamos incremento de 30%. Nossa meta anual é atingir um crescimento de 40%."
O faturamento, que deve alcançar R$ 50 milhões neste ano, saltou 28% no primeiro semestre de 2010 na comparação com idêntico intervalo de 2009. "Para 2011, estamos planejando dobrar este valor, chegando a faturar R$ 100 milhões até dezembro", previu otimista.
O crescimento vigoroso do grupo se deve, no entendimento de Guerra, à diversificação dos produtos fabricados. "Antes, trabalhávamos apenas com rastreadores automotivos. Agora já aumentamos os tipos de mercadorias desta linha, utilizando vários tipos de tecnologias, como as redes sem fio, por exemplo."
O executivo acrescentou, também, que no próximo ano o grupo irá investir na parte administrativa visando otimizar os processos e reduzir os custos. "Aportamos cerca de R$ 500 mil na nova estrutura, que conta com 2,3 mil metros quadrados. No entanto, o valor deve ser recuperado em breve, já que esperamos economizar o mesmo montante por ano. Recebemos os insumos que compramos diretamente no porto-seco, o que diminui custos com transporte e logística", afirmou.
WALLYSSON RANGEL.
Fonte: www.diariodocomercio.com.br
Publicada em dezembro/2010.
Maxtrack e MXT na CeBIT 2010
Maxtrack e MXT foram as únicas empresas mineiras presentes na CeBIT 2010
Empresas apresentaram os últimos lançamentos do grupo em Hannover, na Alemanha.
Maxtrack e MXT, empresas do grupo MXT Holding, participaram da CeBIT Feira Internacional de Tecnologia de Informação, Telecomunicações, Softwares e Serviços, considerada como um dos mais importantes eventos mundiais no setor de Tecnologia de Informação e Comunicações (TIC). As duas empresas foram as representantes de Minas Gerais na 25ª edição da feira que aconteceu entre os dias 2 e 6 de março, em Hannover, na Alemanha, e reuniu expositores brasileiros de vários segmentos industriais.
Em sua última edição, ocorrida em 2009, a CeBIT atraiu audiência de mais de 100 países. Foram 4.300 expositores de 69 países, 200 mil metros de área de exposição e 400 mil visitantes de 77 países. Além disso, foram, ao todo, 7 bilhões de euros em volume de negócios. "A CeBIT é a maior exposição comercial do mundo no domínio dos serviços de telecomunicações digitais e TI e serve como plataforma para mostrar inovações e também para aproximar os potenciais compradores e fornecedores de todo o mundo", afirma o gerente Administrativo Financeiro da Maxtrack, Fábio Bedran.
As companhias brasileiras foram reunidas no evento sob a marca Brasil IT+ em dois estandes coletivos: um para as empresas de software e outro para as de Telecom, dentro do "Projeto Participação Brasileira na CeBIT 2010". O objetivo desse projeto foi inserir softwares e serviços brasileiros no mercado internacional e promover a marca Brasil IT+.
Inovações
Entre as novidades da Maxtrack e da MXT apresentadas durante o evento, destaca-se o MXT 120, rastreador/comunicador pessoal, voltado para os portadores de deficiência visual e para o público infantil. conceitos trabalhados nesse produto. Suas teclas possuem tamanhos e cores diferenciados e com código Braille, o que permite a fácil identificação de cada função. "O funcionamento do aparelho é semelhante ao de um telefone celular comum. Ele pode ligar para números pré-programados ou enviar informações codificadas para uma central de controle, por exemplo", explica o sócio-diretor Gustavo Travassos, que ressaltou ainda que o produto se aplica também à idosos e pessoas com distúrbios, como perda temporária de memória. "O MXT 120 conta ainda com um acelerômetro, que é capaz de detectar uma queda, por exemplo, e informar a central sobre o ocorrido", complementa.
Além da novidade, as empresas apresentaram ainda o rastreador veicular MXT 150/151, o portátil MXT 100/101 e a central de aplicações embarcadas i-MXT, já lançados no mercado nacional e considerados por empresários do setor de rastreamento e logística como as grandes novidades apresentadas durante a 17ª edição do Salão Internacional do Transporte (Fenatran), em São Paulo, no último mês de outubro e na CES, Consumer Electronic Show, em Las Vegas, no último mês de janeiro.
Mercado Internacional
Com fábricas instaladas em Betim (MG), a Maxtrack e a MXT participaram pela primeira vez da CeBIT. Segundo Bedran, a participação no evento está relacionada à nova estratégia de negócios da empresa, cujo objetivo é a expansão internacional das empresas. "A intenção do grupo é expandir o portfólio de clientes que hoje se concentra no Brasil e América Latina para os Estados Unidos, Europa e Ásia, com produtos de alta tecnologia preparados para as exigências dos mercados externos", conta o gerente.
Como o processo de expansão internacional da Maxtrack já está sendo consolidado na América Latina com exportações para países como Argentina, Chile, Equador, Peru e México, os próximos passos da empresa no mercado internacional estão focados na Ásia, Estados Unidos e Europa. "Acreditamos que os mercados latino e nacional ainda possuem grande potencial de crescimento, porém, a empresa evoluiu bastante em sua estrutura e tecnologia, tornando-se competitiva nos mercados mais exigentes do mundo", explica Bedran.
No último mês de janeiro, a Maxtrack e a MXT também foram as únicas empresas brasileiras no segmento de rastreamento e logística a participar da Consumer Electronics Show (CES), em Las Vegas (EUA), também mundialmente reconhecida como um dos mais importantes eventos do setor de tecnologia. "Foram realizados inúmeros contatos durante o evento. Relacionamos muitas empresas com potencial para ser uma distribuidora Maxtrack e MXT nos Estados Unidos, Canadá, México e Austrália", afirma.
Publicado em março/2010.
Maxtrack e MXT na FENATRAN
O setor de transportes, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), registra crescimento de mais de 14% no acumulado de 2009. Para aproveitar o bom momento, a Maxtrack lança três novos equipamentos voltados para o mercado de soluções em rastreamento e segurança durante a 17ª edição da Fenatran – Salão Internacional do Transporte. Principal centro gerador de negócios do setor na América Latina, o evento reunirá cerca de 355 expositores de 15 países entre os dias 26 e 30 de outubro, no Anhembi, em São Paulo (SP).
A Maxtrack e a MXT vão apresentar na Fenatran, em primeira mão, três novos produtos: uma plataforma de rastreador pessoal (MXT 100/101), uma plataforma de rastreador automotivo (MXT 150/151) e um minicomputador automotivo embarcado, o i-MXT. As empresas são grandes fornecedoras de soluções embarcadas do País e produzem soluções em rastreamento e logística a partir de tecnologia 100% nacional.
O diretor executivo da MXT Holding, Etiene Guerra, ressalta a importância lançar novos produtos durante a feira, pois "a Fenatran é o evento de maior envergadura no segmento de Transportes. Porém, como não somos uma empresa que chega diretamente ao cliente final, nossa participação no evento será via parceiros, que são as empresas que estão na frente das negociações com as transportadoras". Dessa forma, as soluções da Maxtrack e da MXT estarão presentes nos stands das empresas parceiras.
MXT 100/101 – plataforma de rastreamento portátil
A plataforma de rastreamento portátil MXT 100/101 representa um avanço para o mercado, em função da tecnologia aplicada e da flexibilidade de uso, já que pode ser adaptado de acordo com as necessidades do usuário final. Além disso, a precisão das informações fornecidas permite o controle e o gerenciamento integrais do item rastreado. Exemplo disso é a possibilidade de acompanhamento, via internet ou celular, do posicionamento de uma pessoa, carga ou encomenda.
Ele ainda possui uma linha de acessórios sem fio, como terminal de dados, bloqueador, sensor de temperatura, entre outros. "A plataforma é indicada para qualquer operação que necessite de um dispositivo pequeno e com bateria de alta duração. Ele pode ser fixado em superfícies metálicas (base imantada), preso com cintas (base com anel) ou simplesmente colocado dentro da bolsa ou carga", explica o diretor executivo da MXT Industrial, Etiene Guerra, que ressalta ainda os diferenciais do produto. "A comunicação secundária sem fio, a grande autonomia de funcionamento, devido ao baixo consumo, e preço competitivo são itens que diferenciam o produto dos demais", observa.
Funcional, o equipamento é produzido com GPS de alta sensibilidade, modem quad band, acelerômetro e bateria internos, identificador de jamming, comunicação via transceptor 2.4Ghz, é a prova d’água (IP67), possui leds sinalizadores (status da bateria, sinal de GPS, GPRS etc) e botão de pânico.
MXT 150/151 – rastreamento veicular
Já os rastreadores MXT 150 e MXT151 compõem uma plataforma veicular via satélite produzida a partir de componentes de última geração. Além das funções comuns aos demais rastreadores presentes no mercado, apresentam uma característica que os difere dos demais: a inovação. O equipamento é o único disponível no mercado que agrupa as funções de processamento, captação e transferência de dados no mesmo processador, otimizando a operação e proporcionando grande eficiência no consumo de energia.
Versátil, o rastreador torna possível rastrear, localizar e bloquear motos, automóveis e veículos de carga, indicando direção e velocidade exatos do veículo monitorado, com cobertura em todo o território nacional e no exterior.
Além disso, o MXT 150 e o MXT 151 apresentam baixo consumo de corrente em stand by, possuem dimensões reduzidas e acelerômetro interno, acionado em caso de movimentação (configurável). De acordo com a versão do equipamento, também é possível contar com sistema antifurto integrado, bateria interna, identificador da jamming, buzzer e microfone internos, entre outros.
Computador de bordo - i-MXT
Com tela de sete polegadas touch screen, o i-MXT é um minicomputador automotivo que possui recursos variados, possibilitando diversas aplicações, de acordo com a necessidade de cada usuário. Como exemplo desses recursos, pode-se citar o GPS Assistido (ou AGPS), quatro portas USB, modem 3G para conexão com a Internet, acelerômetro, bluetooth, RDS, Wifi, Ethernet, entre outros.
"O i-MXT é voltado para soluções de logística, operações e entretenimento. Pode, ainda, ser usado como aplicativo de segurança, pois funciona como rastreador, além de fornecer para a central de monitoramento dados sobre como o motorista está dirigindo", explica Guerra, que ainda ressalta a funcionalidade do equipamento em operações diversas. "É possível conectar, por meio das portas USB, um leitor de código de barras e uma impressora, por exemplo, para se efetuar pagamentos e emitir nota fiscal", ressalta. Durante a Fenatran, será apresentado um protótipo do equipamento para o mercado, que está sendo desenvolvido desde maio deste ano. A ideia é que ele seja comercializado até o início de 2010.
Fenatran 2009
De periodicidade bienal, a Fenatran - Salão Internacional do Transporte - é o maior evento brasileiro no segmento e um dos cinco maiores do mundo na área de produtos e serviços destinados aos transportadores de cargas em vários modais e operadores logísticos. A feira é uma iniciativa da ANFAVEA (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) e da NTC&LOGÍSTICA (Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística) e conta com o apoio institucional da ABR (Associação Brasileira do Segmento de Reforma de Pneus), da ANFIR (Associação Nacional dos Fabricantes de Implementos Rodoviários) e do SIMEFRE (Sindicato Interestadual da Indústria de Materiais e Equipamentos Ferroviários e Rodoviários).
Em sua 17ª edição, a Fenatran espera reunir quase 50 mil visitantes, do Brasil e exterior, entre industriais, comerciantes, compradores e técnicos do setor e afins. "Este é um momento impar, é onde temos a oportunidade de apresentar novas tendências e produtos", conclui Etiene Guerra.
Publicado em outubro/2009.
